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COMPORTAMENTO ANIMAL  no 4 - agosto/98 -
Crianças e animais de estimação

Crianças e animais de estimação se espelham no sentido de sua inocência e sua alegria inatas.

    Toda criança deveria ter a oportunidade de criar algum animalzinho. Isto as ajuda a aprender a amar os seres vivos, a compartilhar sua vida e muitas vezes conviver com a realidade da doença e da morte.

    A criança desenvolverá outra escala de valores, deixando de ser o centro do mundo, modificando sua postura de ser carente e indefeso , passando a sentir uma necessidade maior de proteger seu bichinho. Assim, diminuirá seu grau de cobrança de afeto, não se sentirá só, pois o seu animal de estimação sempre retribuirá de sobra as manifestações de amor e carinho.

    Mas, em relação a esta retribuição de carinho, é preciso que se tenha critério na escolha. No caso de cães, o interessante é conhecer os pais do filhote, pois se eles forem agressivos e pouco sociais, estas características desagradáveis poderão ser transmitidas genéticamente. No caso de gatinhos, eles já demonstram suas tendências desde muito jovens: os que se assustam à toa e colocam-se em posição de ataque podem continuar ariscos e inconvenientes quando adultos.

    Se o animalzinho for um hamster, a criança deve ser informada que seu tempo de vida é de no máximo 3 anos. Iguanas vivem um pouco mais, mas são comparativamente pouco afetivos. Os furões, que são a "febre" do momento, são engraçadinhos, mas muito susceptíveis ao estresse e doenças virais, com tratamento dispendioso. Na verdade, animais exóticos geram gastos exorbitantes, se considerarmos a quantidade de carinhosos gatos e cães completamente domesticados abandonados em nossas ruas.

    Finalizando, como tudo na vida, a integração criança/animal deve ser natural, expontânea, agradável e bilateral. Os lares que promovem esta integração sempre serão calorosos, cheios de saúde e vitalidade.
 

    Muita PAZ A TODOS e até a Próxima !


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